17/09/2018

Explorando o Chile

Olá pessoas!! Tudo bem? Como merecido, tirei uns dias de férias. Agosto foi uma loucura e fazia um tempão que não viajava em família. Então escolhemos o Chile como o destino e podemos explorar de uma forma bem legal. Da neve ao deserto, literalmente. Chegamos em Santiago, uma cidade que me surpreendeu muito. Não imaginava ver uma cidade tão rica, bonita, organizada e limpa. Visitei alguns restaurantes e shoppings que me recomendaram e também fiquei positivamente impressionado com a quantidade de marcas internacionais que encontrei por lá, inclusive as gigantes do fast fashion que não vemos no Brasil como a H&M e a Top Man. Tirei uns dias para esquiar no Vale Nevado e conhecer algumas vinícolas locais, quem quiser algumas dicas é só me mandar um oi no Instagram que vou amar ajudar.

Depois de alguns dias na capital do Chile fomos ao norte do país, destino? Deserto do Atacama. Sem palavras para esse lugar, simplesmente mágico. Uma viagem que indicaria sem medo nenhum. Você tem programação para todos os gostos. Queria dar milhões de dicas por aqui, mas prefiro focar nos looks que usei lá.  Tem muita coisa legal e quero dividir com vocês. Como falei antes, vou estar aberto a dicas se quiserem me procurar. Segue meu email pessoal para quem quiser conversar sobre a experiência que passei nesses dias de viagem: andretajra@hotmail.com

Na nossa galeria separei os melhores momentos desses últimos dias.

Vem ver.

Deco Tajra

29/07/2018

Deco, Marcello e Felipe.

E ae galera, tudo bem?

Aproveitei os dias de Rio e convidei dois amigos que representam bem o estilo do carioca para umas fotos para nossa categoria de "Lifestyle". Muito obrigado Marcello Alvarez e Felipe Gutnik por essa tarde delícia.  Como cenário das fotos escolhemos um dos lugares mais legais da cidade, o parque Lage. Espero que curtam, tudo na galeria.

Fotografia Gibrair Filho

07/05/2018

Por Vogue Brasil: O fenômeno Supreme.

Gente, acabei de ler uma matéria muito interessante sobre a marca Supreme no site da Vogue Brasil. Podia resumir aqui pra vocês, mas achei tão bem escrito e cheios de detalhes que vocês tem que saber, que resolvi trazer da forma exata como eles escreveram. Todos os direitos reservados a Vogue Brasil.

No último mês, a Supreme anunciou duas colaborações de grande porte: uma de malas de luxo com a Rimowa, outra decamisas polo com a Lacoste. Ambas, seguindo o histórico da marca, se esgotaram imediatamente. Nada, porém, que se compare com a lendária histeria em torno de sua dobradinha com a Louis Vuitton, divulgada na passarela de inverno 2017 da linha masculina da maison francesa. Para vender as peças da colaboração, toda em vermelho e branco, a Vuitton apostou em pop-up stores em cidades estratégicas - algumas geraram tanto tumulto que tiveram de ser controladas pela polícia. A ideia era que, após as pop-ups, a coleção fosse vendida nas lojas da Louis Vuitton, mas isso jamais aconteceu.

Pesquisar a história da Supreme é como entrar num buraco negro de lendas, histórias e fanatismo. Camisetas vendidas na abertura da loja da Supreme em Paris eram exibidas com a mesmo cuidado e preciosidade que uma bolsa da Chanel ou Hermès em couro exótico em uma das lojas das grifes, subvertendo todo o conceito do que é luxo.Mas de onde surgiu tamanha devoção? A Supreme é mesmo todo esse falatório que ela gera? De onde veio o fenômeno Supreme e mais ainda, até onde ele vai?



Batizada em homenagem à A Love Supreme, música de John Coltrane, a Supreme foi lançada em 1994 em Nova York por James Jebbia, um empresário que enxergou um nicho bem específico no mercado de skatewear, que parecia até então ter como público alvo apenas uma turma de garotos de  13 anos. Ele criou uma marca com um visual mais cool e amadurecido, sem deixar de lado a essência daquele gênero. Ao falar sobre Supreme, uma das palavras que mais se ouve é exclusividade, ou ainda escassez. Muitos atribuem o sucesso da Supreme a seu modelo de vendas que funciona de forma pingada (os famosos drops), que acontecem toda quinta-feira, com poucas peças de cada modelo, quase todos feitos em edição limitada e jamais reeditados.

As tão faladas parcerias da Supreme acontecem desde seus primórdios: Nike, APC, Levi's, North Face... A lista de colaborações da marca é grande, e não conta apenas com outros nomes da moda. O que contribui para essa aura ainda mais cool são suas dobradinhas com nomes da arte, como Richard Prince e Jeff Koons, que já assinaram alguns decks de skates para a marca (que recentemente anunciou mais uma parceria artsy, agora com imagens de Nan Goldin).

Mas até aí a Supreme era uma marca de nicho, do underground, das ruas - só quem realmente estava por dentro da cena conhecia e entendia o valor, a exclusividade. Quando alguém usava Supreme, não era para impressionar a todos: era para impressionar uma turma muito específica e seleta. Porém, com o estouro do hip hop e artistas como Kanye West usando peças da marca, a Supreme atingiu um novo patamar e ganhou ainda mais força por, novamente, ser atrelada às figuras mais cool do momento. De repente o hip hop era o gênero musical que mais falava com os jovens, que mais fazia sucesso e mais desfrutava de relevância, portanto o endosso daquelas celebridades, ainda mais de forma espontânea, valia ouro.



É possível argumentar, porém, que o que aconteceu com a Supreme posteriormente a afasta justamente desse posto de ícone da contracultura: com dobradinhas como a da Louis Vuitton, a marca acabou sendo digerida por um público muito mais massivo, que não necessariamente tem tanta paixão pelos valores por trás daquele modelo de negócios ou daquela cultura, que tanto agregam valor a uma simples camiseta branca. Fala-se muito nas quilométricas filas nas portas das 11 lojas da Supreme ao redor do mundo a cada drop, mas muito se discute também sobre o perfil daquelas pessoas que se enfileiram por horas - ou até um ou dois dias - por um moletom. Há muitos turistas, mas mais ainda muitos revendedores, que podem fazer verdadeiras fortunas se investirem tempo e dinheiro na prática de postarem no Ebay seus achados da Supreme, traduzindo o valor da marca justamente em seu potencial de lucro no mercado paralelo (para se ter uma ideia, uma jaqueta bomber da coleção da marca com a Louis Vuitton pode ser encontrada no Ebay por US$ 28 mil, quando seu preço original na loja era de US$ 1.100).

Mas enquanto grifes como a Chanel lutam com unhas e dentes para acabar justamente com esse mercado paralelo de suas peças (usando como estratégia por exemplo a harmonização do preço de suas bolsas ao redor do mundo), a Supreme parece prosperar mais ainda por causa desta prática "de cambista", que faz com que haja um questionamento em torno de quem é que consegue comprar a marca hoje em dia.

O grande paradoxo que cerca o hype em torno da Supreme é a maior discussão na cena street. Tanto debate sobre quem pode/deve ou não usar Supreme pode acabar esbarrando, ao mesmo tempo, naquelas eternas discussões em torno de quem pode usar a camiseta da sua banda favorita: quantas músicas tem que conhecer fora Smells Like Teen Spirit e Come as You Are para usar uma camiseta do Nirvana? E não seria partir do pressuposto que a Supreme não atende mais seu público alvo só porque ficou extremamente popular (e caríssima no mercado paralelo!) uma espécie de preconceito, condescendência ou julgamento?

No mercado, a pergunta segue a mesma: será que a Supreme segura esse hype por muito mais tempo? É possível que não. Assim como já aconteceu no passado, a febre vai passar, a novidade vai perder seu frescor e algo novo vai surgir. Quando passar a histeria do grande público em torno da Supreme, pode ser que seu apelo se torne menos comovente e quem sabe, a marca não volte para os armários de quem a comprava com tanta fidelidade em seus primórdios? Talvez por isso mesmo a Supreme esteja aproveitando ao máximo tanto palco - e o luxo, por sua vez, aproveitando para se reposicionar junto a uma nova geração, injetando um ar mais fresh em suas logomarcas tão tradicionais. A cena street vai se reinventar, como já se reinventou tantas vezes. Resta esperar e ver se a Supreme vai fazer o mesmo, mas uma coisa é certa: a marca não vai a lugar nenhum tão cedo.



VOGUE BRASIL.COM

 

13/06/2017

STREET STYLE SHOTS: LONDON FASHION WEEK


Confira alguns looks da semana de moda de Londres.


TheMenStyle

20/04/2017

Pabllo Vittar - K.O. (VIDEOCLIPE OFICIAL)


É só dar o PLAY!

Direção: João Monteiro
Ass. Direção: Fernando Moraes

Direção de Fotografia: Fernando Moraes
Primeiro Ass. Foto: Marcinho
Segundo Ass. Foto: Fernando Sant'anna

Direção de Arte: Pedro Lopes
Ass. Arte: Eduardo Bueno, Marcelo Miranda e Nathalia Onken
Figurino: João França Ribeiro
Maquiagem: Sulamita Dancuart

Montagem: Fernando Moraes e João Monteiro
Finalização: Fernando Moraes

Direção de Produção: Isabella Bassi
Ass. Produção: Diógenes Queiroz e Matheus Miranda
Motorista: Marcio Tobinaga 

Gaffer: William Douglas Charles "Bambam"
Ass. Elétrica: Rafael Araujo Máximo de Souza
Maquinista:Jonas Wladislau Dobinco

Produção Musical: Brabo

Dançarino: Malcolm Matheus Freitas

Produção Executiva: Leocádio Rezende, Rodrigo Gorky e Yan Hayashi

The MenStyle

10/01/2017

What London's Most Stylish Men Wore to Fashion Week.

Quem segue o calendário de moda internacional sabe que está acontecendo a semana de moda de Londres. Independente dos desfiles, os looks vistos pelos convidados são um evento a parte. É o que chamamos de "street style" e simboliza uma moda muito mais real. O que pessoas normais interpretam das passarelas e vestem no seu dia a dia. É a minha parte favorita e sempre busco trazer um pouquinho por aqui né? Na galeria selecionei alguns detalhes que valem o click.

Deco Tajra